domingo, 6 de janeiro de 2013


 
 

 1ª Amizade criada para apoiar o C.N.E.
 
                                                            
 2ª Amizade criada na F.N.A. para servir

3ª Amizade criada a pensar servir as crianças e os idosos
 
Eu tenho muita dificuldade em lidar com pessoas que usam e abusam da falsidade:

Quando tenho algo para dizer a alguém seja quem for, tenha o estatuto que tiver, eu faço-o na hora com o máximo de educação e respeito que todos me merecem, assim como exijo que o façam comigo.

Eu até sei que para lidar com pessoas falsas é necessária um certo exercício de tolerância, pois não conseguimos ter um controlo sobre os outros, por serem pessoas individualizadas, e não é fácil faze-las agir como gostaríamos ou como vivemos. Se eu for ao dicionário ele informa-me, que falso quer dizer: mentiroso, enganador, hipócrita, fingido, dissimulado. E quem durante a sua vida não conheceu ninguém com tais característica pode julgar-se pessoa com muita sorte, eu infelizmente nesse sentido tenho tido alguns azares.

Não existe lugar nenhum onde possamos viver que não exista um só individuo (a) falso.

É logico que eu não posso viver numa redoma de vidro, porque isso seria um absurdo.

Mas afinal quem deveria ficar isolado, o verdadeiro ou o falso? Eu acho que nem um nem outro. O que será que me levou a pensar e a perceber que determinada pessoa é falsa? Porque traiu a minha confiança, e isso levou-me a uma tremenda deceção. Nós às vezes queremos acreditar que aquela tal pessoa com quem convivemos bastante tempo a quem prestamos todo o nosso apoio possível é confiável, e que em nossa opinião já mais mentiria ou nos enganaria.

Mas quando tal acontece, ela consegue derrubar a imagem do perfil que dela fazíamos em nossa mente, (e como atrás referi), com isso vem a deceção, alguma raiva e no meu caso sinto-me como um tolo. Se eu me sinto assim é porque me motiva a ilusão delicada de que se não fingir ou não dissimular ninguém, o outro também não me fará o mesmo.

A vida me vem ensinando que as pessoas falsas têm o costume de bajular, usam esse procedimento para nos tentar dizer que são confiáveis, (não confundir com os elogios coerentes), esses são bem-vindos.

Quando se trata de uma amizade particular, nesse caso eu ou qualquer um pode afastar-se dessa pessoa. Se fosse um colega de trabalho ou vários, ai eu teria de procurar conviver com a pessoa, ou com as pessoas em questão.

O melhor que posso fazer neste caso quando me apercebo de uma ou mais pessoas falsas, é manter uma postura formal, procurando sustentar o nível de educação elevado, formando um tipo de bloqueio mental para que a pessoa sinta dificuldade em esmiuçar a sua vida, e com o tempo ela se afastar por si mesma, que por muito que me custe é o que devo fazer.

Este meu comentário tem razão de ser, e vai destinado a um ou outro em particular, que se lerem sabem para quem falo.

Eu nunca servi voluntariamente para receber algo em troca, Deus em quem acredito cegamente sabe da verdade do que afirmo. Tenho muito orgulho em não usar de hipocrisia seja com quem for, muitos menos o faria com um amigo. No número de amigos a valer lembro e relembro sempre o Nél Andrade, e outros mais, mas infelizmente alguns que são dessa hora, (desse tempo) foram-se esquecendo das várias lições que dele recebemos, e foi pena, porque não deviam ter caído em saco roto. Por fim fomos criando outras amizades que pensavamos frutificassem, mas sem sabermos bem porquê, se esfumaram, paciência. Como alguém diz é a vida, e por aqui me fico.
 

 

 

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